Células Farmacêuticas

Imunização

Edição 006 - Agosto/2018
Imunização

 

A vacina serve para defender o organismo dos vírus e bactérias que provocam doenças. Quando a pessoa é vacinada, seu corpo detecta o antígeno e produz uma defesa, os anticorpos, que permanecem no organismo e evitam que a doença ocorra no futuro, o que chamamos de imunidade.

Hoje, o Brasil conta com técnicas modernas para produzir vacinas em diversos laboratórios, atendendo todo o processo de qualidade de produção exigido pela Anvisa. Como elas são registradas como medicamentos, passam por um rigoroso trâmite de registro em que são analisados dados de segurança e eficácia. 

 

Orientações à população
 
Nos últimos anos, os grupos antivacinas cresceram consideravelmente no Brasil. No mundo digital, diversas dicas, alertas e mensagens, sem nenhum cunho científico, estão à disposição dos usuários, embasadas nas milhares de fake news.  
 
O farmacêutico, além de habilitado para atuar na imunização, deve estar preparado para defender a importância da vacinação. Ele é o profissional da saúde que está inserido em todo o processo da imunização, englobando pesquisa, desenvolvimento, transporte, armazenamento, aplicação, descarte de resíduos e acompanhamento pós-vacinal.
 
Abaixo algumas informações com possíveis questionamentos que a população pode ter sobre algumas vacinas. Lembre-se: o farmacêutico deve estar preparado para ouvir as dúvidas e medos dos pacientes e esclarecer os benefícios e riscos das vacinas com informações fundamentadas.
 

As vacinas não protegem apenas o indivíduo que as recebeu, mas a população como um todo. Como grande parte das doenças preveníveis com vacinas são transmitidas de uma pessoa para outra, um indivíduo infectado pode transmiti-la para outros que não estejam imunes. Já quem recebeu a vacina e adquiriu imunidade não irá transmitir a doença. Portanto quanto mais pessoas estiverem vacinadas, menor a chance de as doenças se espalharem.

Assim como os demais medicamentos, nenhuma vacina está totalmente livre de provocar eventos adversos, porém os riscos de complicações graves são muito menores que os das doenças contra as quais elas protegem. Além disso, autoridades brasileiras e internacionais têm realizado um esforço para investigar e elucidar os casos de eventos adversos atribuídos às vacinas para esclarecer a sociedade e manter a credibilidade dos programas de imunização.

 

Notícias

 

Grupos contrários à vacinação avançam no País e preocupam Ministério da Saúde

Por que o movimento antivacina não tem um pingo de sentido

Ministério da Saúde lança serviço de combate à fake news

 

Materiais de Apoio

 

CIMFormando - Orientações sobre a febre amarela

Orientações ao Farmacêutico

Vacinação - Ministério da Saúde

Programa Nacional de Imunização - Ministério da Saúde

Resolução nº 654 do Conselho Federal de Farmácia - Dispõe sobre os requisitos necessários à prestação do serviço de vacinação pelo farmacêutico e dá outras providências

Campanha “Se tem Infância, tem Vacinação” / Vídeos “O Zé Gotinha Explica” 

Press Kit / Campanha “Se tem Infância, tem Vacinação”

Aplicativo "Vacinação em Dia"

 

Leve essas informações até os veículos de comunicação da sua região!